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Na mídia

Participações dos sócios do Hulbert & Pozzobom Advogados Associados em programas de televisão, rádio e podcasts, sempre com o crédito do veículo. O conteúdo é informativo e não substitui a análise individual de cada situação.

NR-1 e saúde mental no trabalho | Conexão Tarobá (TV Tarobá), 05/09/2026

Entrevista do Dr. Herik Hulbert de Almeida (OAB/PR 103.367) ao programa Conexão Tarobá, apresentado por Fernando Brevilheri, sobre a NR-1, os riscos psicossociais e o que as empresas precisam fazer.

Programa original publicado pela TV Tarobá no YouTube: vídeo da emissora. Os vídeos do escritório estão no canal Hulbert & Pozzobom no YouTube.

Resumo do vídeo: No programa Conexão Tarobá de 05/09/2026, apresentado por Fernando Brevilheri, o Dr. Herik Hulbert de Almeida explica que a NR-1 existe desde 1978 e que a revisão da Portaria MTE nº 1.419/2024 incluiu os fatores de risco psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. A entrevista trata do que a empresa precisa fazer (GRO, PGR e mapeamento de riscos), de por que a norma não obriga a contratar psicólogo, da doença que já existia e se agravou no trabalho, do papel da perícia, do limite da cobrança de metas diante do assédio moral e da decisão do STF, que suspendeu as multas e sanções ligadas aos riscos psicossociais, e não a NR-1.

Atualização em 02/11/2026: no STF, a ADPF 1316 suspendeu por 90 dias as multas e sanções ligadas aos riscos psicossociais da NR-1 (decisão de 25/06/2026, referendada por unanimidade pelo Plenário em 18/08/2026), e o relator prorrogou a suspensão por mais 90 dias em setembro de 2026. As diretrizes gerais da NR-1 continuam válidas.

Leia também: Doença ocupacional: obrigações da empresa e prevenção de passivo. Área relacionada: Direito do Trabalho.

Cortes e chamadas da entrevista na Tarobá

Trechos e chamadas da participação no Conexão Tarobá publicados no canal do escritório.

NR-1 e riscos psicossociais: chamada do Conexão Tarobá

Chamada da participação do Dr. Herik Hulbert de Almeida no programa Conexão Tarobá, da TV Tarobá, exibido em 05/09/2026, com as principais dúvidas sobre as novas regras da NR-1 para o gerenciamento dos riscos psicossociais no trabalho.

Resumo do vídeo

Chamada da participação do Dr. Herik Hulbert de Almeida no programa Conexão Tarobá, apresentado por Fernando Brevilheri. A conversa trata da NR-1, das obrigações das empresas em saúde e segurança do trabalho e da suspensão das sanções pelo Supremo Tribunal Federal.

Assistir no YouTube Área: Direito do Trabalho

Riscos psicossociais na NR-1: convite para o Conexão Tarobá

Convite do Dr. Herik Hulbert de Almeida para o programa Conexão Tarobá de 05/09/2026, exibido às 18h30, sobre os riscos psicossociais na NR-1, tema de grande repercussão e de muita desinformação.

Resumo do vídeo

Convite para o programa Conexão Tarobá sobre a NR-1 e o que a norma muda para a saúde mental e as relações de trabalho, com a participação do Dr. Herik Hulbert de Almeida, inclusive sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu as punições às empresas.

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Outras participações na televisão

Participações do Dr. Herik Hulbert de Almeida nos programas Primeira Hora, Direito em Dia, Conexão Tarobá e Jogo Aberto, com o crédito de cada programa.

Estreia do quadro Direito do Trabalho no Primeira Hora, da TV Tarobá

Registro da estreia do Dr. Herik Hulbert de Almeida no quadro Direito do Trabalho do programa Primeira Hora, da TV Tarobá, apresentado por Fernando Brevilheri, em 21/01/2025.

Resumo do vídeo

Registro da estreia do Dr. Herik Hulbert de Almeida no quadro Direito do Trabalho do programa Primeira Hora, da TV Tarobá, apresentado por Fernando Brevilheri, em 21/01/2025.

Assistir no YouTube Área: Direito do Trabalho

Quadro Direito do Trabalho na TV Tarobá: a chamada de estreia

Chamada da estreia do quadro Direito do Trabalho, com o Dr. Herik Hulbert de Almeida, no programa Primeira Hora, da TV Tarobá, em janeiro de 2025: um espaço para dúvidas de empregados e empregadores sobre hora extra, banco de horas, insalubridade e desvio de função.

Resumo do vídeo

Chamada da estreia do quadro Direito do Trabalho no Primeira Hora, da TV Tarobá, com o Dr. Herik Hulbert de Almeida respondendo a dúvidas de empregados e empregadores sobre hora extra, banco de horas, insalubridade e desvio de função.

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Primeira Hora: dúvidas trabalhistas no 2º episódio do quadro

Registro do 2º episódio do quadro Direito do Trabalho, no programa Primeira Hora, da TV Tarobá, apresentado por Fernando Brevilheri, em que o Dr. Herik Hulbert de Almeida respondeu dúvidas de telespectadores sobre cargo de confiança, ação trabalhista contra empresa em recuperação judicial, aviso prévio e vínculo da diarista.

Resumo do vídeo

Chamada do 2º episódio do quadro Direito do Trabalho, no programa Primeira Hora, da TV Tarobá. No episódio, o Dr. Herik Hulbert de Almeida respondeu a dúvidas de telespectadores sobre cargo de confiança, ação contra empresa em recuperação judicial, aviso prévio e vínculo da diarista.

Assistir no YouTube Área: Direito do Trabalho

Direito em Dia: dúvidas jurídicas respondidas na TV Tarobá

Chamada do quadro Direito em Dia, da TV Tarobá, em que o Dr. Herik Hulbert de Almeida responde, ao vivo, perguntas dos telespectadores sobre seus direitos.

Resumo do vídeo

Chamada do quadro Direito em Dia, da TV Tarobá, em que o Dr. Herik Hulbert de Almeida responde, ao vivo, a perguntas de telespectadores sobre as relações de trabalho do dia a dia.

Assistir no YouTube Área: Direito do Trabalho

Pejotização: quando o contrato PJ pode esconder vínculo de emprego

A pejotização ocorre quando o profissional presta serviços como pessoa jurídica, mas a rotina tem características de emprego. Nesses casos, pode haver discussão sobre vínculo empregatício e direitos trabalhistas. Trecho do quadro Direito em Dia, exibido pela TV Tarobá.

Resumo do vídeo

Trecho do quadro Direito em Dia, da TV Tarobá, sobre a contratação como pessoa jurídica. O vídeo explica que a prestação de serviço autônoma, com liberdade e sem horário, é permitida, mas que, havendo horário e ordens a cumprir, o vínculo de emprego pode ser reconhecido pela Justiça do Trabalho.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Pejotização e quando a contratação PJ vira fraude Área: Direito do Trabalho

Home office e hora extra: quando o trabalho remoto gera horas extras

No teletrabalho, quem trabalha por jornada continua sujeito ao controle de horário e pode ter direito a horas extras. Quem presta serviço por produção ou tarefa fica fora das regras de jornada da CLT. Trecho do quadro Direito em Dia, exibido pela TV Tarobá.

Resumo do vídeo

Trecho do quadro Direito em Dia, da TV Tarobá, sobre o home office sem hora para acabar. O vídeo explica que, no teletrabalho com controle de jornada, as horas além da jornada devem ser pagas como extras, com adicional de 50%, e orienta a registrar provas e a tentar resolver primeiro com a empresa.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Adicional de sobreaviso na CLT e o uso do celular Área: Direito do Trabalho

Uberização e subordinação: onde está o limite do vínculo

Na discussão sobre trabalhadores de aplicativos, o ponto central é a existência ou não de subordinação: até onde há autonomia e a partir de quando se pode falar em relação de emprego. Trecho de participação em programa de televisão.

Resumo do vídeo

Trecho de participação em programa de televisão sobre os motoristas de aplicativo. O vídeo explica que o Supremo Tribunal Federal discute, no Tema 1.291 da repercussão geral, se há subordinação entre o trabalhador e a plataforma, ponto central para o reconhecimento do vínculo de emprego.

Assistir no YouTube Área: Direito do Trabalho

PEC 6x1 no Jogo Aberto: chamada da participação de dezembro de 2024

Chamada da participação do Dr. Herik Hulbert de Almeida no programa Jogo Aberto, com o jornalista Fernando Brevilheri, em dezembro de 2024, sobre a proposta de emenda constitucional que discutia a redução da jornada e o fim da escala 6x1, além de direitos básicos dos trabalhadores e prevenção de conflitos trabalhistas.

Resumo do vídeo

Chamada da participação do Dr. Herik Hulbert de Almeida no programa Jogo Aberto, com o jornalista Fernando Brevilheri, em dezembro de 2024. O tema foi a proposta de emenda constitucional que discutia a redução da jornada e o fim da escala 6x1.

Assistir no YouTube Área: Direito do Trabalho

Sustentação oral no TJPR

A íntegra da sustentação oral do Dr. Herik Hulbert de Almeida no Tribunal de Justiça do Paraná sobre a responsabilidade do município pela regularização de loteamento clandestino em área rural.

Loteamento clandestino: o município responde? Sustentação oral no TJPR

Sustentação oral sobre a responsabilidade do município pela regularização de loteamento clandestino em área rural. Os pontos centrais: o dever de fiscalizar o parcelamento do solo, a omissão do poder público, a diferença entre loteamento irregular e clandestino e os caminhos de regularização além da Reurb.

Resumo do vídeo

Na sustentação oral no Tribunal de Justiça do Paraná, o Dr. Herik Hulbert de Almeida defende a responsabilidade solidária do município, com o loteador, pela regularização de um loteamento clandestino de chácaras em área rural, vendido desde 2018. Ele rebate a tese de que o município só teria poder de polícia a partir de uma lei municipal de 2023, com base na Lei nº 6.766/1979 e no art. 30, VIII, da Constituição, e mostra que essa lei apenas transferiu a fiscalização da Secretaria de Obras para a da Agricultura. Também explica que o pedido não é a aplicação da Reurb, cujo marco é dezembro de 2016, mas a regularização por qualquer via legal, e distingue o loteamento irregular, em que a responsabilidade do município é subsidiária, do clandestino, em que é solidária, segundo o STJ.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Processo de regularização de imóvel: como funciona e por onde começar Área: Direito Imobiliário

Trajetória, bastidores e equipe

A formação do sócio fundador, os bastidores de uma sessão de julgamento e a equipe do escritório explicando termos jurídicos.

Os 50 anos da EPESMEL e a trajetória do advogado Herik Hulbert

Convidado para as comemorações dos 50 anos da EPESMEL, instituição de Londrina onde estudou no início da adolescência, o Dr. Herik Hulbert de Almeida conta como a formação recebida ali abriu caminho para o primeiro emprego formal e para a carreira no Direito.

Resumo do vídeo

Convidado para os 50 anos da EPESMEL, em Londrina, o Dr. Herik Hulbert de Almeida conta que começou a trabalhar ainda criança, entrou na instituição pela escolinha de futebol e depois pelo curso de administração, que o levou às primeiras vagas de menor aprendiz. A formação abriu caminho para o primeiro emprego formal e para a carreira no Direito.

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Os 50 anos da EPESMEL e a trajetória do advogado Herik Hulbert | Parte 1

Convidado para as comemorações dos 50 anos da EPESMEL, instituição de Londrina onde estudou no início da adolescência, o Dr. Herik Hulbert de Almeida conta como a formação recebida ali abriu caminho para o primeiro emprego formal e para a carreira no Direito.

Resumo do vídeo

Na primeira parte do depoimento gravado nas comemorações dos 50 anos da EPESMEL, instituição de Londrina onde estudou no início da adolescência, o Dr. Herik Hulbert de Almeida relembra a formação recebida ali e como ela abriu caminho para o primeiro emprego formal e para a carreira no Direito.

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Os 50 anos da EPESMEL e a trajetória do advogado Herik Hulbert | Parte 2

Convidado para as comemorações dos 50 anos da EPESMEL, instituição de Londrina onde estudou no início da adolescência, o Dr. Herik Hulbert de Almeida conta como a formação recebida ali abriu caminho para o primeiro emprego formal e para a carreira no Direito.

Resumo do vídeo

Na segunda parte do depoimento gravado nas comemorações dos 50 anos da EPESMEL, o Dr. Herik Hulbert de Almeida conta que, por volta do terceiro ano da graduação, deixou de lado a ideia da medicina, depois da experiência em radiologia no ambiente hospitalar, e confirmou a vocação para o Direito. Ele fala do gosto por defender as pessoas e da condução do escritório ao lado das sócias.

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Sustentação oral: por que a melhor é a dispensável? Bastidores de uma sessão

Sustentação oral boa é aquela que é dispensável. Nos bastidores de uma sessão telepresencial de julgamento, a fala do advogado na tribuna se limita ao essencial, porque o convencimento começa no recurso escrito.

Resumo do vídeo

Nos bastidores de uma sessão telepresencial no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, o Dr. Herik Hulbert de Almeida usa a palavra apenas para cumprimentar o colegiado e pedir o acolhimento integral da proposta de voto, que já atendia ao recurso. O julgamento termina com o retorno dos autos ao primeiro grau para o exame dos demais pedidos, e o vídeo mostra por que a melhor sustentação oral pode ser a dispensável: o convencimento começa no recurso escrito.

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Termos jurídicos explicados de forma simples

Muitas palavras do vocabulário jurídico parecem simples para quem atua na área, mas geram dúvidas para quem não convive com o Direito. A equipe do escritório explica alguns desses termos de forma objetiva.

Resumo do vídeo

Em formato de desafio, integrantes da equipe do escritório explicam termos jurídicos de forma simples. Entre eles, o assédio moral no trabalho, situação de constrangimento à qual o empregador expõe o empregado de forma recorrente, e a equiparação salarial, que garante o mesmo salário a quem exerce a mesma função de um colega, observados os demais requisitos e os critérios de tempo da CLT.

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Regularização fundiária em Londrina: a saída do Regularize Já

O Dr. Herik Hulbert de Almeida, cofundador do movimento Regularize Já, explica sua saída após a aprovação das leis que possibilitaram a regularização fundiária em Londrina e esclarece que sua atuação como advogado nessa área se dá por meio de processos judiciais.

Resumo do vídeo

O Dr. Herik Hulbert de Almeida, um dos cofundadores do movimento Regularize Já, explica que deixou o movimento depois da aprovação das leis que possibilitaram a regularização fundiária em Londrina. Como advogado, sua atuação na área se dá pela via judicial.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Processo de regularização de imóvel: como funciona e por onde começar Área: Direito Imobiliário

Vídeos do canal por área de atuação

Os vídeos do canal organizados pelas áreas de atuação do escritório, com o link para a página de cada área e, quando houver, para o artigo do blog que aprofunda o tema. Áreas: Direito do Trabalho, Direito Empresarial, Direito Previdenciário, Família e sucessões, Direito do Consumidor e bancário, Golpes e crimes digitais, Contratos e prova de acordos, Direito Imobiliário, Agronegócio, Direito no dia a dia.

Direito do Trabalho

Rescisão, demissão e verbas rescisórias

Acordo de demissão: o que o empregado recebe na rescisão por acordo

Na rescisão por comum acordo, o empregado recebe metade do aviso prévio indenizado e multa de 20% do FGTS, as demais verbas por inteiro e pode sacar até 80% do saldo do FGTS, mas não tem direito ao seguro-desemprego.

Resumo do vídeo

A rescisão por acordo do art. 484-A da CLT tem regras próprias e não se confunde com a dispensa sem justa causa. O vídeo explica que o empregado recebe metade do aviso prévio indenizado e da multa do FGTS e saca até 80% do saldo.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Rescisão por acordo e quando o distrato pode ser anulado

Acordo extrajudicial trabalhista: como funciona a homologação

Empresa e empregado podem formalizar um acordo e levá-lo à homologação da Justiça do Trabalho, por petição conjunta, com advogados distintos para cada parte. Homologado, o acordo traz segurança jurídica nos limites do que foi ajustado.

Resumo do vídeo

O acordo extrajudicial trabalhista, criado pela Reforma Trabalhista, permite que empresa e empregado negociem e levem o acordo à homologação da Justiça do Trabalho. O vídeo destaca que cada parte deve ter advogado próprio e que, homologado, o acordo dá segurança jurídica ao que foi ajustado.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Rescisão por acordo e quando o distrato pode ser anulado

Arrependimento no aviso prévio: é possível reverter a demissão?

Sim, desde que a outra parte concorde. Durante o aviso prévio, quem deu o aviso pode reconsiderar, mas a reconsideração só produz efeito se for aceita; aceita, o contrato continua como se o aviso não tivesse sido dado.

Resumo do vídeo

Durante o aviso prévio, quem pediu demissão pode se arrepender, mas o retorno depende da concordância do empregador; o mesmo vale quando a empresa reconsidera a dispensa e o empregado precisa aceitar. Aceita a reconsideração, o contrato continua.

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Pedido de demissão: erros que fazem o trabalhador perder direitos

Quem pede demissão recebe saldo de salário, 13º proporcional e férias com 1/3, mas não saca o FGTS, não recebe a multa de 40% nem o seguro-desemprego. Por isso, a decisão pede planejamento.

Resumo do vídeo

O vídeo aponta cuidados para quem pensa em pedir demissão: formalizar o pedido por escrito, guardar provas e mensagens, ler os documentos antes de assinar e não decidir no calor do momento.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Tipos de rescisão de contrato de trabalho e seus efeitos

Pedir demissão por impulso: consequências e o que planejar antes

Pedir demissão é um direito, mas exige planejamento: além do impacto financeiro imediato, há o período de transição, a busca por nova oportunidade e as verbas que não são pagas nessa modalidade de rescisão.

Resumo do vídeo

No Brasil, quem pede demissão deve cumprir o aviso prévio, e o aviso não cumprido pode ser descontado das verbas rescisórias. O vídeo alerta para as consequências financeiras de pedir demissão sem planejamento.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Tipos de rescisão de contrato de trabalho e seus efeitos

Pedir demissão: o que o trabalhador perde e o que mantém

Ao pedir demissão, o empregado deixa de receber a multa de 40% do FGTS, não saca os depósitos e não tem acesso ao seguro-desemprego. Mantém o saldo de salário, o 13º proporcional e as férias com 1/3.

Resumo do vídeo

Quem pede demissão perde o aviso prévio indenizado, a multa de 40% do FGTS, o saque do FGTS e o seguro-desemprego. O vídeo sugere avaliar antes a possibilidade de um acordo com a empresa, previsto na CLT, em que parte das verbas é paga.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Tipos de rescisão de contrato de trabalho e seus efeitos

Rescisão indireta: quando a falta grave é do empregador

A rescisão indireta ocorre quando a empresa comete falta grave, como atrasos recorrentes de salário ou assédio moral, que torna impossível continuar o contrato. Reconhecida, o empregado recebe as verbas de uma dispensa sem justa causa.

Resumo do vídeo

A rescisão indireta ocorre quando o empregador comete falta grave, como atrasar salários por meses, exigir serviços além do permitido ou descumprir o contrato. O vídeo explica que, reconhecida a falta, o empregado recebe as verbas de uma dispensa sem justa causa, conforme o art. 483 da CLT.

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Rescisão indireta: quando o empregado pode romper o contrato

Quando o empregador comete falta grave, como atraso reiterado de salários, assédio ou falta de recolhimento do FGTS, o empregado pode pedir a rescisão indireta e receber as verbas como em uma dispensa sem justa causa.

Resumo do vídeo

As hipóteses de rescisão indireta do art. 483 da CLT são exemplificativas, e o caso concreto pode revelar outras faltas graves do empregador. O vídeo destaca a tese vinculante do Tribunal Superior do Trabalho segundo a qual o não recolhimento do FGTS autoriza a rescisão indireta.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Rescisão indireta, como se prova a falta grave

Salário atrasado: quais são os direitos do trabalhador

O salário mensal deve ser pago até o quinto dia útil do mês seguinte. Atrasos frequentes não são normais e podem justificar a rescisão indireta do contrato por descumprimento das obrigações do empregador.

Resumo do vídeo

O salário deve ser pago até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado. A Dra. Geni Romero Jandre Pozzobom explica que, diante do atraso, o empregado pode notificar o empregador, cobrar os valores na Justiça e, conforme o caso, pedir a rescisão indireta do contrato.

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Rescisão: por que não assinar o TRCT antes de receber

O termo de rescisão registra as verbas devidas e serve como prova da quitação dos valores discriminados. O mais prudente é não dar quitação antes do recebimento ou sem prova concreta do pagamento.

Resumo do vídeo

O termo de rescisão assinado pode servir como prova de que as verbas nele discriminadas foram pagas. Por isso, o vídeo orienta o trabalhador a assinar só depois do pagamento efetivo ou de um comprovante concreto, como transferência identificada ou recibo bancário.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Verbas rescisórias e o prazo legal para o pagamento

Saque-aniversário do FGTS: o que acontece na demissão

Quem optou pelo saque-aniversário e é dispensado sem justa causa recebe a multa de 40%, mas não pode sacar o saldo da conta do FGTS. A volta ao saque-rescisão só produz efeitos a partir do 25º mês após o pedido.

Resumo do vídeo

Quem optou pelo saque-aniversário não saca o saldo do FGTS na dispensa sem justa causa, salvo em hipóteses específicas, como a aposentadoria. A opção, portanto, afeta o acesso ao saldo no momento da rescisão.

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FGTS não depositado: como conferir e o que fazer

O trabalhador pode acompanhar os depósitos do FGTS pelo aplicativo oficial e identificar falhas. A falta de depósito pode ser cobrada e, conforme o caso, justificar a rescisão indireta do contrato.

Resumo do vídeo

O trabalhador pode conferir os depósitos do FGTS pelo aplicativo oficial, com o extrato completo da conta. O vídeo explica como fazer essa conferência e o que fazer quando a empresa não deposita.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: FGTS não depositado pela empresa: como descobrir, provar e cobrar

Forçar uma demissão: riscos para a empresa e para o empregado

Pressionar alguém a pedir demissão, ou provocar a própria dispensa, costuma gerar prejuízo para os dois lados. Para a empresa, o risco é a rescisão indireta e a indenização por assédio; para o empregado, perder direitos.

Resumo do vídeo

O vídeo compara as verbas da dispensa por justa causa e da dispensa sem justa causa e explica por que alguns empregados tentam forçar a própria demissão. Ao empregador, recomenda documentar as faltas e aplicar advertências e suspensões; ao empregado, negociar um acordo com a empresa.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Quando o dano moral trabalhista fica configurado

Justa causa, atestados e garantia de emprego

Demissão por justa causa: quais direitos o trabalhador mantém

Na justa causa, o trabalhador recebe o saldo de salário e as férias vencidas com 1/3. Não recebe aviso prévio, 13º salário proporcional, férias proporcionais, multa de 40% do FGTS nem seguro-desemprego, e não saca o FGTS.

Resumo do vídeo

Na demissão por justa causa, o trabalhador mantém o saldo de salário e as férias vencidas, se houver. O vídeo explica que ele perde o seguro-desemprego, o saque do FGTS e a multa de 40%.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Demissão por justa causa: as hipóteses do art. 482 da CLT e os direitos do trabalhador

Justa causa por excesso de atestados: suspeita não é prova

A repetição de atestados médicos, por si só, não autoriza a justa causa. A penalidade exige falta grave comprovada, apuração cuidadosa e documentação, como nos casos de atestado falso.

Resumo do vídeo

A apresentação frequente de atestados médicos, por si só, não autoriza a justa causa. O vídeo explica que a penalidade exige falta grave comprovada, como a fraude ou a rasura do atestado, e que a empresa deve agir com cautela e apuração.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Demissão por justa causa: as hipóteses do art. 482 da CLT e os direitos do trabalhador

Demitido depois de vários atestados médicos: a dispensa é válida?

A dispensa logo após a apresentação de atestados não é, por si só, ilegal. Ela pode ser questionada quando há indícios de discriminação, quando ocorre durante o afastamento ou quando o empregado tem garantia de emprego.

Resumo do vídeo

A partir do caso de um empregado dispensado depois de apresentar atestados, o vídeo explica que é preciso verificar se houve irregularidade na dispensa e se as garantias legais foram respeitadas. Havendo irregularidade, cabe reclamação trabalhista.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Quando o dano moral trabalhista fica configurado

Atestado médico impede a demissão? Quando a dispensa é proibida

Depende da situação. Durante o afastamento por incapacidade e nas hipóteses de garantia de emprego, como a do acidente de trabalho, a dispensa sem justa causa é vedada; fora delas, o atestado não impede a demissão, desde que não haja discriminação.

Resumo do vídeo

O vídeo diferencia o atestado de até 15 dias, pago pela empresa, do afastamento mais longo, em que o empregado passa a receber pelo INSS. Durante o afastamento por incapacidade e nas hipóteses de garantia de emprego, como a do acidente de trabalho, a dispensa sem justa causa é vedada.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Doença ocupacional: obrigações da empresa e prevenção de passivo

Funcionário preso por pensão alimentícia: cabe justa causa?

Não automaticamente. A prisão civil por dívida de alimentos não se confunde com a condenação criminal definitiva que a CLT prevê como justa causa. Em regra, o contrato fica suspenso durante a prisão, sem pagamento de salário.

Resumo do vídeo

A prisão civil por dívida de pensão alimentícia não autoriza a dispensa por justa causa. Durante a prisão, o contrato de trabalho fica suspenso, sem pagamento de salário e sem recolhimento de FGTS e de contribuições previdenciárias; depois da soltura, a empresa pode receber o empregado de volta ou dispensá-lo sem justa causa. A justa causa só é possível diante de condenação criminal transitada em julgado, sem suspensão da execução da pena (art. 482, "d", da CLT).

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Estabilidade da gestante: gravidez descoberta depois da demissão

A estabilidade da gestante vale desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto e alcança a gestação iniciada antes da dispensa, ainda que descoberta depois dela.

Resumo do vídeo

O vídeo trata da trabalhadora dispensada que descobre a gravidez dias depois do desligamento. A gestação iniciada antes da dispensa garante a estabilidade até cinco meses após o parto. O caminho principal é a reintegração ao trabalho, pedida ao ex-empregador ou na Justiça, e, quando ela não for possível, a indenização dos salários do desligamento até cinco meses após o parto, paga de uma só vez.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Estabilidade gestante no contrato de experiência e Estabilidade gestante em contrato temporário

Gestante que recusa a reintegração: o risco trabalhista continua

Oferecer a reintegração à gestante é só o começo. Segundo tese vinculante do Tribunal Superior do Trabalho, a recusa da empregada não configura renúncia à estabilidade nem afasta, por si só, a indenização do período.

Resumo do vídeo

Pela tese vinculante do Tribunal Superior do Trabalho, a recusa da gestante em voltar ao trabalho, mesmo diante da oferta formal de reintegração, não significa renúncia à estabilidade. O vídeo alerta o empresário de que o risco de pagar a indenização do período continua e exige estratégia documentada.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Indenização substitutiva na estabilidade gestante

Jornada, horas extras, férias e cargo de confiança

Hora extra: mitos e verdades sobre limites e compensação

A jornada pode ser prorrogada em até duas horas por dia, com adicional mínimo de 50%. A compensação é possível por banco de horas, que exige acordo escrito quando individual e compensação em até seis meses, ou por ajuste dentro do mesmo mês.

Resumo do vídeo

Nem toda hora a mais é paga como extra: com acordo de banco de horas, ela pode ser compensada, e os minutos residuais não geram pagamento. O vídeo explica que a empresa pode exigir horas extras previstas em contrato ou em norma coletiva, respeitado o limite de duas horas por dia.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Horas extras não pagas e como a jornada é provada

Horas extras não pagas: quando o trabalhador tem direito

A hora trabalhada além da jornada deve ser paga com adicional mínimo de 50%. Quando habitual, ela também repercute em férias com 1/3, 13º salário, FGTS e descanso semanal remunerado.

Resumo do vídeo

A partir do caso de uma trabalhadora que registrava a saída e continuava trabalhando, o vídeo explica que é preciso verificar a existência das horas extras, reunir provas da jornada real e, se for o caso, pedir o pagamento das horas não pagas.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Horas extras não pagas e como a jornada é provada

Recusar hora extra é insubordinação? Direitos e deveres no trabalho

Nem toda exigência da empresa é abusiva, e nem toda recusa do empregado é insubordinação. A prorrogação da jornada depende de acordo, salvo necessidade imperiosa, como força maior ou serviços inadiáveis.

Resumo do vídeo

A recusa em fazer hora extra pode ter consequências quando a exigência é habitual e está dentro das regras previstas em contrato ou em norma coletiva. O vídeo explica que horas extras abusivas, além do limite legal, podem ser recusadas e questionadas.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Horas extras não pagas e como a jornada é provada

Cargo de confiança tem direito a hora extra? Entenda as situações

Em regra, o empregado em cargo de gestão não tem controle de jornada nem horas extras, mas só quando preenche os requisitos da CLT: poderes reais de gestão e padrão salarial pelo menos 40% superior ao salário efetivo. Sem eles, as horas extras podem ser devidas.

Resumo do vídeo

Cargo de confiança é o de quem tem poderes de gestão, como admitir, advertir e demitir. O vídeo explica que quem exerce esse cargo e recebe gratificação de pelo menos 40% fica dispensado do controle de jornada e não recebe horas extras; sem a gratificação, as horas extras podem ser devidas.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Cargo de confiança recebe hora extra? O que diz a CLT

Gerente tem direito a hora extra? Os requisitos do cargo de confiança

O título de gerente não basta para afastar as horas extras. A exceção da CLT exige poderes reais de gestão e padrão salarial, incluída a gratificação, pelo menos 40% superior ao salário efetivo.

Resumo do vídeo

A partir da pergunta de um diretor sobre gerentes que trabalham mais de 10 horas por dia sem registro de ponto, o vídeo explica que o título de gerente não basta para afastar as horas extras: a exceção do cargo de confiança exige poderes reais de gestão e padrão salarial pelo menos 40% superior.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Cargo de confiança recebe hora extra? O que diz a CLT

Gerente sem equipe é cargo de confiança? O que define a função

O nome do cargo não basta. Para o enquadramento como cargo de confiança, pesam a autonomia real de decisão, os poderes de gestão e o padrão salarial pelo menos 40% superior ao salário efetivo.

Resumo do vídeo

O nome do cargo e o fato de não bater ponto não definem o cargo de confiança. O vídeo explica que pesa o poder real de gestão, como advertir, contratar e demitir, e que, sem a gratificação da função, o empregado deve ter controle de jornada.

Assistir no YouTube

Gratificação de 40% do cargo de confiança: quando é exigida

Para afastar o controle de jornada e as horas extras do cargo de gestão, a CLT exige que o salário do cargo, incluída a gratificação, seja pelo menos 40% superior ao salário efetivo. Sem esse padrão, a exceção não se aplica.

Resumo do vídeo

A gratificação de 40% é exigida do cargo de confiança dispensado do controle de jornada. Para o cargo de confiança com controle de jornada, o vídeo explica que a gratificação é uma opção da empresa.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Cargo de confiança recebe hora extra? O que diz a CLT

Atrasos no trabalho: quando podem gerar punição

Variações de até cinco minutos no registro de ponto, até o limite de dez minutos diários, não são descontadas. Atrasos frequentes além disso podem gerar desconto, advertência, suspensão e, se reiterados, justa causa por desídia.

Resumo do vídeo

Os atrasos estão sujeitos ao poder disciplinar da empresa, que pode advertir e suspender o empregado. O vídeo explica que atrasos e faltas frequentes podem levar à dispensa por justa causa.

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Jornada de bancário: quando o profissional de finanças tem direito

Esclarecimento: no vídeo, a jornada de seis horas é associada ao corretor de investimentos, com base na Súmula 55 do TST. A regra depende de quem é o empregador: a Súmula 55 equipara aos bancos as financeiras (empresas de crédito, financiamento ou investimento); já os empregados de corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários não têm direito à jornada especial dos bancários (Súmula 119 do TST).

Resumo do vídeo

O vídeo responde a um corretor de investimentos que trabalha oito horas por dia e trata da Súmula 55 do TST, que equipara aos bancos as empresas de crédito, financiamento ou investimento para a jornada de seis horas do art. 224 da CLT, com as horas excedentes pagas como extras. A aplicação depende de quem é o empregador: os empregados de corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários não têm direito à jornada especial dos bancários (Súmula 119 do TST).

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Quando posso tirar férias? Quem decide a data é o empregador

Após 12 meses de trabalho, o empregado adquire o direito às férias, que devem ser concedidas nos 12 meses seguintes. A época é definida pelo empregador, com aviso de pelo menos 30 dias; férias fora do prazo são pagas em dobro.

Resumo do vídeo

Depois de 12 meses de trabalho, o empregado adquire o direito às férias, que devem ser concedidas nos 12 meses seguintes. O vídeo explica que a data é definida pelo empregador, que pode ajustá-la às necessidades do empregado por negociação.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Regras para concessão de férias: prazos, divisão, abono e pagamento

Férias fracionadas: a empresa pode dividir as férias em períodos?

Sim, com a concordância do empregado. As férias podem ser divididas em até três períodos: um com pelo menos 14 dias corridos e os demais com pelo menos 5 dias corridos cada.

Resumo do vídeo

A data das férias é definida pelo empregador, mas o fracionamento em períodos depende da concordância do empregado. O vídeo sugere que a divisão seja ajustada de comum acordo entre as partes.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Regras para concessão de férias: prazos, divisão, abono e pagamento

Escala 6x1 e a Emenda Constitucional 141

Fim da escala 6x1: o que muda para quem falta sem justificativa?

Fim da escala 6x1: o que muda para quem falta sem justificativa. Pela regra atual da Lei 605/1949, a falta sem justificativa faz o empregado perder o pagamento do descanso semanal e o do feriado; com 2 dias de descanso, se a lei não for ajustada, essa perda tende a dobrar.

Resumo do vídeo

Pela Lei 605/1949, a falta sem justificativa faz o empregado perder o pagamento do descanso semanal e do feriado. O vídeo explica que, com dois dias de descanso após o fim da escala 6x1, essa perda tende a dobrar se a lei não for ajustada, e que a falta justificada por atestado não entra na conta.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Fim da escala 6×1 promulgado: o que muda na jornada e quando começa a valer

Fim da escala 6x1: uma falta pode custar até 4 dias de salário?

Fim da escala 6x1 e falta sem justificativa: pela regra atual da Lei 605/1949, quem falta sem justificativa perde o pagamento do descanso semanal e o do feriado. Com 2 dias de descanso, se a lei não for ajustada, essa perda tende a dobrar.

Resumo do vídeo

Pela regra da Lei 605/1949, quem falta sem justificativa perde o pagamento do descanso semanal e do feriado. O vídeo mostra que, com dois dias de descanso, essa perda tende a dobrar se a lei não for ajustada.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Fim da escala 6×1 promulgado: o que muda na jornada e quando começa a valer

Fim da escala 6x1: o debate antes da Emenda Constitucional 141

Vídeo gravado em 20/02/2026, quando a proposta de fim da jornada 6x1 voltou ao debate público, sobre os reflexos jurídicos da mudança em contratos de trabalho, negociações coletivas e organização das empresas.

Resumo do vídeo

Gravado quando a proposta do fim da escala 6x1 voltou ao debate, antes da Emenda Constitucional 141, o vídeo apresenta os argumentos de quem defendia e de quem criticava a mudança e destaca os reflexos jurídicos sobre contratos de trabalho, negociações coletivas e organização das empresas.

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PEC 6x1: pontos positivos e negativos, antes da aprovação

Vídeo gravado em 23/12/2024, durante a tramitação da proposta, com uma análise dos pontos positivos, como mais tempo de descanso e de qualificação, e dos negativos, como os custos de adaptação para as empresas e os desafios dos pequenos negócios.

Resumo do vídeo

Gravado em dezembro de 2024, durante a tramitação da proposta, o vídeo analisa os pontos positivos da redução da jornada, como mais tempo para descanso e qualificação, e os negativos, como os custos para as empresas, além de questionar a necessidade de emenda constitucional para reduzir a jornada.

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Escala 5x2: a favor ou contra? O debate que antecedeu a EC 141

Vídeo gravado em 08/07/2026, antes da Emenda Constitucional nº 141, sobre o debate em torno da escala 5x2: de um lado, a busca por mais qualidade de vida e tempo com a família; do outro, a preocupação das empresas com produtividade, custos e geração de empregos.

Resumo do vídeo

Trecho descontraído, gravado em julho de 2026, antes da Emenda Constitucional 141, sobre o debate em torno das escalas de trabalho e da proposta de reduzir a jornada.

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Vínculo de emprego, contrato PJ e registro

Contrato PJ: erros que mais geram ações trabalhistas

Antes de contratar como pessoa jurídica, a empresa deve compreender os limites da relação. Quando há subordinação, pessoalidade, habitualidade e salário, a contratação pode ser questionada e reconhecida como emprego.

Resumo do vídeo

O vídeo aponta erros na contratação de prestador como pessoa jurídica que podem levar ao reconhecimento de vínculo: controle de horário, exigência de exclusividade, contrato mal redigido e presença de subordinação, pessoalidade e onerosidade.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Reconhecimento de vínculo PJ e seus efeitos legais

Falso PJ: quando o contrato de pessoa jurídica esconde vínculo

Nem todo contrato PJ é irregular. O problema começa quando a rotina tem as características de um emprego, como pessoalidade, habitualidade, salário e subordinação, sem os direitos garantidos pela CLT.

Resumo do vídeo

O vídeo mostra sinais do falso PJ, como receber ordens, cumprir horário, usar crachá e uniforme, e explica os requisitos do vínculo de emprego: subordinação, onerosidade, habitualidade e pessoalidade. Presentes esses requisitos, o contrato de pessoa jurídica pode esconder uma relação de emprego.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Pejotização e quando a contratação PJ vira fraude e Reconhecimento de vínculo PJ e seus efeitos legais

Pessoa física que contrata outra pode ter processo trabalhista?

Pode. A pessoa física também pode ser empregadora, e o vínculo de emprego depende dos requisitos da CLT, como pessoalidade, habitualidade, salário e subordinação, e não do nome dado à contratação.

Resumo do vídeo

A pessoa física que tem empregado também é empregadora e pode responder a processo trabalhista se descumprir obrigações da CLT, da convenção coletiva ou de outras leis. O vídeo lembra que só pessoa física pode ser empregada.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: O que a CLT exige para existir vínculo empregatício

Diarista tem direito a carteira assinada? A regra dos dois dias

Quem presta serviços para a mesma família, no âmbito residencial, por mais de dois dias por semana é empregado doméstico e tem direito ao registro em carteira, com férias, 13º salário, FGTS e os demais direitos.

Resumo do vídeo

Pela lei do empregado doméstico, quem trabalha para a mesma família por mais de dois dias na semana, ou seja, a partir de três dias, tem direito ao registro em carteira. O vídeo lembra que a regra vale para dias consecutivos ou intercalados e que o vínculo garante 13º salário, férias e FGTS.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: O que a CLT exige para existir vínculo empregatício

Trabalhar sem carteira assinada compensa? Direitos que ficam de fora

Sem o registro, direitos como férias com 1/3, 13º salário, FGTS e contribuição ao INSS deixam de ser pagos, embora a lei os assegure a todo empregado. O salário aparentemente maior costuma esconder essas perdas.

Resumo do vídeo

Quem trabalha sem carteira assinada, cumprindo horário, recebendo ordens e salário fixo, tem os direitos da CLT, como FGTS, aviso prévio, férias e horas extras. O vídeo alerta que muitos trabalhadores deixam de buscar esses direitos ao fim da relação.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Trabalho sem carteira assinada e como provar o vínculo

Trabalho sem registro: direitos no acordo de demissão e prazo

Mesmo sem registro, o empregado tem os direitos da CLT, como férias, 13º salário e aviso prévio. O prazo para cobrar na Justiça é de até dois anos após o fim do contrato, alcançando os últimos cinco anos.

Resumo do vídeo

Mesmo sem registro, o empregado tem os direitos da CLT, como aviso prévio, férias e 13º salário. O vídeo explica que, sem acordo, a cobrança na Justiça do Trabalho alcança os últimos cinco anos do contrato e que o reconhecimento do tempo para fins previdenciários segue regra própria.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Trabalho sem carteira assinada e como provar o vínculo

Saúde, segurança e insalubridade

Adicional de insalubridade: quem tem direito e quanto é

Quem trabalha exposto a agentes nocivos acima dos limites de tolerância, como produtos químicos, ruído ou calor excessivo, pode ter direito ao adicional de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo, conforme o grau. O direito depende de perícia técnica.

Resumo do vídeo

O adicional de insalubridade é devido a quem trabalha exposto a produtos químicos, ruído, calor excessivo ou agentes biológicos e varia de 10% a 40% do salário mínimo. O vídeo lembra que o direito não é automático e depende de perícia técnica.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Adicional de insalubridade: quem tem direito e como se prova

Adicional de insalubridade cortado: quando o corte é válido

O adicional deixa de ser devido quando o risco à saúde é eliminado. Se não houve mudança no ambiente, nas funções ou na proteção efetiva, o corte pode ser indevido; a definição depende de análise técnica.

Resumo do vídeo

O adicional de insalubridade pode deixar de ser pago quando a empresa elimina a exposição ao agente nocivo. O vídeo explica que, sem mudança no ambiente, nas funções ou na proteção, o corte pode ser indevido, e que a conclusão depende de perícia técnica.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Adicional de insalubridade: quem tem direito e como se prova

EPI e insalubridade: quando a empresa pode retirar o adicional

O adicional pode ser retirado quando equipamentos de proteção aprovados eliminam a insalubridade, o que deve ser comprovado por laudo técnico. O simples fornecimento do EPI não basta: a empresa precisa garantir o uso efetivo.

Resumo do vídeo

A empresa pode deixar de pagar o adicional de insalubridade quando o EPI fornecido elimina ou neutraliza o agente nocivo. O vídeo explica que essa eficácia deve ser comprovada por laudo técnico pericial.

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Insalubridade no holerite: o adicional precisa vir discriminado

O adicional de insalubridade deve aparecer de forma discriminada no contracheque. O pagamento "embutido" no salário, sem especificação, não é aceito pela Justiça do Trabalho e pode gerar o direito à cobrança.

Resumo do vídeo

O adicional de insalubridade precisa vir discriminado no holerite, separado do salário. O vídeo explica que o pagamento embutido no salário não é aceito pela Justiça do Trabalho e que, sem a discriminação, o adicional pode ser cobrado, como no exemplo do grau máximo na limpeza de banheiros públicos.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Adicional de insalubridade: quem tem direito e como se prova

Insalubridade em creche: quem cuida de crianças tem direito?

Nem todo trabalho com crianças em creches garante o adicional de insalubridade. O direito depende de perícia técnica que confirme a exposição a agentes nocivos, nos termos das normas regulamentadoras.

Resumo do vídeo

O direito ao adicional de insalubridade de quem troca fraldas em creche depende de perícia técnica no ambiente de trabalho. O vídeo relata casos em que o perito enquadrou a atividade no Anexo 14 da NR-15 e outros em que não reconheceu o direito.

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Atestado recomenda mudança de função: a empresa pode ignorar?

A recomendação médica de mudança de função deve ser avaliada pela empresa e pelo médico do trabalho, no programa de saúde ocupacional. Ignorá-la sem avaliação técnica pode gerar riscos à saúde do empregado e responsabilidade para o empregador.

Resumo do vídeo

A empresa não deve ignorar a recomendação médica de mudança de função. O vídeo explica que o empregado pode ser avaliado pelo médico do trabalho e que, havendo divergência com o médico particular, a questão pode ser levada à Justiça.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Doença ocupacional: obrigações da empresa e prevenção de passivo

Local para refeições: o que a empresa deve oferecer

O empregador deve oferecer local em condições de conforto e higiene para as refeições nos intervalos da jornada. A NR-24 define os requisitos mínimos desse local, que variam conforme o número de trabalhadores atendidos.

Resumo do vídeo

A empresa deve oferecer aos empregados um local limpo, salubre e com espaço para todos fazerem as refeições nos intervalos da jornada. A NR-24 fixa os requisitos mínimos desse local, mais detalhados quando ele atende a mais de 30 trabalhadores, como lavatórios, água potável, mesas e assentos para todos e meios de aquecimento das refeições.

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Conduta, assédio e redes sociais

Assédio moral: frases do gestor que podem virar processo

Pressão para pedir demissão, ameaças ligadas a atestado médico e cobrança abusiva de metas podem gerar risco trabalhista elevado, especialmente quando há constrangimento, repetição e ambiente hostil.

Resumo do vídeo

O vídeo aponta frases de gestores que podem gerar processos trabalhistas, como pressionar o empregado a pedir demissão, ameaçar quem apresenta atestados e cobrar metas com ameaça. Diante de suspeita de atestado falso, o caminho é a apuração formal, e não a ameaça.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: O que caracteriza assédio moral no ambiente de trabalho: conceito, exemplos e limites e Assédio moral no trabalho e como a conduta se prova

Brincadeiras no trabalho: quando o ambiente leve vira problema

Um ambiente leve é positivo, mas a falta de limites não. Brincadeiras que constrangem, ridicularizam ou se repetem contra a mesma pessoa podem caracterizar assédio e gerar responsabilidade para a empresa.

Resumo do vídeo

O vídeo alerta para o discurso de que a empresa é uma família quando ele é usado para pressionar o funcionário a fazer horas extras ou a ir além do contratado. Essa pressão, que gera sentimento de culpa, pode caracterizar assédio moral.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: O que caracteriza assédio moral no ambiente de trabalho: conceito, exemplos e limites

Advertência ou suspensão: como aplicar a medida disciplinar correta

A medida disciplinar deve ser proporcional à gravidade da falta e aplicada logo após a ciência do fato. A suspensão não pode passar de 30 dias consecutivos, sob pena de caracterizar rescisão injusta do contrato.

Resumo do vídeo

A advertência é a medida disciplinar mais branda e tem caráter educativo; a suspensão, que afasta o empregado das atividades, é indicada para faltas mais graves. Para as faltas gravíssimas, a última medida é a dispensa por justa causa, sempre com proporcionalidade entre a falta e a punição.

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Celular no trabalho: o uso inadequado pode dar justa causa?

Pode, em situações graves ou reiteradas. O uso do celular contra as regras da empresa pode caracterizar indisciplina ou desídia; no intervalo, o uso é livre, observadas as normas de segurança.

Resumo do vídeo

O uso excessivo do celular no trabalho, contra as regras da empresa, pode caracterizar indisciplina ou desídia e levar a advertência, suspensão e até justa causa, conforme o art. 482 da CLT. No intervalo, o uso é livre, respeitadas as normas de segurança da empresa.

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Bermuda no trabalho: a empresa pode definir a vestimenta e punir?

Sim. Cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta no ambiente de trabalho, e o descumprimento das regras pode levar a advertência, desde que as exigências sejam razoáveis e não exponham o empregado a constrangimento.

Resumo do vídeo

Cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta no ambiente de trabalho (art. 456-A da CLT), o que inclui proibir o uso de bermuda e aplicar advertência a quem descumprir a norma interna. A regra varia conforme a empresa e a função, já que atividades como a de um mecânico podem exigir vestimenta diferente da de um cargo de direção.

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Namoro entre funcionários: a empresa pode proibir?

A empresa não deve interferir na vida afetiva dos empregados, mas pode estabelecer políticas internas de conduta, transparência e prevenção de conflitos de interesse, como nas relações entre chefe e subordinado.

Resumo do vídeo

A empresa não pode proibir o relacionamento entre funcionários, mas pode estabelecer limites para evitar conflito de interesse. O vídeo explica que, nas relações entre chefe e subordinado, cabem critérios mais rigorosos e políticas claras de conduta e treinamento.

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Monitoramento de funcionários: até onde a empresa pode ir

A empresa pode monitorar ferramentas e ambientes de trabalho para proteger o negócio, desde que respeite limites legais e éticos: finalidade legítima, transparência com os empregados e respeito à privacidade.

Resumo do vídeo

A empresa pode monitorar o ambiente e as ferramentas de trabalho como medida de segurança, mas sem violar a privacidade do empregado. O vídeo recomenda transparência, com informação clara sobre como e por que o monitoramento é feito.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Consentimento para tratamento de dados pessoais: como funciona na LGPD

Posso ser demitido pelo que posto nas redes sociais?

A liberdade de expressão continua valendo nas redes, mas publicações que ofendem colegas ou superiores, expõem informações da empresa ou causam prejuízo a terceiros podem gerar punições e até a dispensa por justa causa.

Resumo do vídeo

Nem toda postagem nas redes sociais gera demissão, mas conteúdo ofensivo ou que exponha informações confidenciais da empresa pode levar até à justa causa. O vídeo recomenda cuidado com o que se publica, porque um registro de tela pode permanecer.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Demissão por justa causa: as hipóteses do art. 482 da CLT e os direitos do trabalhador

Cuidado com o que você posta: informações da empresa nas redes

Horários, procedimentos internos, movimentações financeiras, sistemas de segurança e dados estratégicos podem parecer detalhes, mas sua exposição pode gerar riscos à empresa e consequências ao empregado.

Resumo do vídeo

A partir de um caso que viralizou, em que uma funcionária foi demitida depois de mostrar nas redes sociais o relatório de fechamento da loja, o vídeo alerta para a diferença entre mostrar a rotina de trabalho e expor dados confidenciais da empresa. A divulgação de horários, movimentações financeiras e procedimentos internos pode levar a medidas disciplinares e à responsabilização do empregado pelos prejuízos causados.

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Empresa pode olhar suas redes sociais no processo seletivo?

Perfis públicos podem ser consultados por empresas que avaliam candidatos, mas a seleção não pode usar critérios discriminatórios, como sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade.

Resumo do vídeo

Não há vedação legal para que a empresa consulte os perfis públicos de candidatos nas redes sociais, prática comum nos processos seletivos. O critério de seleção, porém, não pode ser discriminatório.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Direitos dos titulares de dados pessoais: quais são e como exercer na LGPD

Salário e benefícios

Equiparação salarial: mesma função e salários diferentes

Quem exerce a mesma função, com igual produtividade e perfeição técnica, para o mesmo empregador e no mesmo estabelecimento, pode ter direito ao mesmo salário, desde que preenchidos os requisitos de tempo previstos na CLT.

Resumo do vídeo

A partir do caso de duas colegas com a mesma função e salários diferentes, o vídeo explica que o primeiro passo é verificar os requisitos da equiparação salarial e os documentos da relação de emprego. Confirmada a diferença, os valores não pagos podem ser cobrados.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Requisitos da equiparação salarial no art. 461 da CLT

Vale-alimentação pode ser descontado em falta justificada?

Depende das regras que instituem o benefício. A lei não traz uma regra única: a convenção ou o acordo coletivo da categoria e a política da empresa definem quando o vale-alimentação pode ser descontado.

Resumo do vídeo

O vídeo responde se a empresa pode descontar o vale-alimentação quando o empregado falta com atestado. A resposta depende da convenção ou do acordo coletivo da categoria e da política interna da empresa, sobretudo quando o benefício é concedido de forma espontânea: há normas que preveem o desconto em caso de falta, ainda que justificada.

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Vale-transporte ou auxílio-combustível: quem tem direito

O vale-transporte é devido ao empregado que usa transporte coletivo público para ir e voltar do trabalho, com desconto de até 6% do salário básico. O auxílio-combustível é opcional e depende da política da empresa ou de norma coletiva.

Resumo do vídeo

O vale-transporte é assegurado por lei a quem usa o transporte público coletivo para ir de casa ao trabalho e voltar. Quando o empregado usa o próprio veículo a serviço da empresa, como o vendedor externo, o custo do combustível deve ser suportado pelo empregador, tema que costuma ser discutido nos tribunais; o auxílio-combustível para o simples trajeto até o trabalho depende da política da empresa ou de norma coletiva.

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Combustível até o trabalho: a empresa é obrigada a pagar?

Em regra, não. A lei obriga o empregador a fornecer o vale-transporte para o transporte coletivo público; o reembolso de combustível do carro próprio depende de acordo, de norma coletiva ou da política da empresa.

Resumo do vídeo

A CLT não obriga a empresa a pagar o combustível do empregado que usa o próprio veículo para ir e voltar do trabalho, ainda que o trajeto seja para outra cidade. A obrigação prevista em lei é o vale-transporte, devido a quem utiliza o transporte público coletivo.

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Servidor falecido com banco de horas: os herdeiros podem receber?

Horas acumuladas e não compensadas pelo servidor falecido podem ser convertidas em pecúnia, conforme as regras do regime e do órgão a que ele estava vinculado. O pedido começa pelo setor de recursos humanos do órgão.

Resumo do vídeo

O banco de horas não compensado pelo servidor falecido pode ser convertido em pagamento em dinheiro, conforme as regras do regime. O vídeo orienta a família a fazer o pedido no setor de recursos humanos do órgão a que o servidor estava vinculado.

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Gestão trabalhista para empresas

Erros trabalhistas que comprometem a saúde financeira da empresa

Falta de registro, pagamentos sem declaração, horas extras sem controle e FGTS não recolhido estão entre os erros que mais expõem a empresa a processos, multas e passivos trabalhistas.

Resumo do vídeo

O vídeo aponta erros trabalhistas que expõem a empresa a processos e multas: deixar de registrar empregados, pagar valores por fora, permitir horas extras sem controle e não recolher o FGTS corretamente.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: FGTS em atraso: riscos para a empresa após o Tema 70 do TST

Passivo trabalhista: erros pequenos que custam caro ao empresário

Muitos passivos nascem de detalhes da rotina. A gestante pode ser dispensada por justa causa quando houver falta grave comprovada; em regra, o empregador define o período de férias; e falta injustificada não se confunde com compensação de jornada.

Resumo do vídeo

O vídeo aponta pontos do Direito do Trabalho que geram riscos ao empresário: a gestante pode ser dispensada por justa causa quando há falta grave caracterizada, a definição das férias cabe, em regra, à empresa e falta injustificada não se confunde com banco de horas.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: FGTS em atraso: riscos para a empresa após o Tema 70 do TST

Passivo trabalhista: como a gestão jurídica reduz riscos

Contratos bem elaborados, compliance trabalhista, auditorias preventivas e procedimentos internos alinhados à lei reduzem o passivo trabalhista e dão mais segurança às relações de trabalho.

Resumo do vídeo

Vídeo curto sobre a gestão jurídica do passivo trabalhista, com contratos bem elaborados, compliance, auditorias preventivas e procedimentos internos alinhados à lei.

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Ação trabalhista com empresa em recuperação judicial: o que muda

A ação trabalhista segue na Justiça do Trabalho até a apuração do crédito. Com a recuperação judicial, as execuções ficam suspensas, e o crédito apurado é incluído no plano, que deve prever o pagamento dos créditos trabalhistas no prazo legal.

Resumo do vídeo

Com a recuperação judicial da empresa, as execuções são suspensas, mas a ação trabalhista continua para apurar o valor devido. O vídeo explica que o crédito apurado é levado ao processo de recuperação e pago conforme a classe dos credores.

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Direito Empresarial

Domicílio Judicial Eletrônico: citações que a empresa não pode perder

Citações e intimações da Justiça chegam hoje pelo Domicílio Judicial Eletrônico, sem carta e sem entrega em mãos. Deixar de acompanhar a plataforma pode levar à perda de prazos e a multa.

Resumo do vídeo

Citações e intimações chegam hoje às empresas pelo Domicílio Judicial Eletrônico, sem carta, oficial de justiça ou aviso em papel, e a falta de acompanhamento pode resultar em perda de prazos, multa e bloqueios. O vídeo aponta três erros comuns: desconhecer a plataforma, cadastrar o e-mail e não acessá-la e deixar o acompanhamento apenas a cargo de terceiros.

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Regulamento interno: como a empresa formaliza regras e punições

Quando a empresa não formaliza suas regras, atrasos, uso excessivo do celular e outras condutas se repetem sob o argumento de "eu não sabia". Um regulamento interno claro define limites e dá base às medidas disciplinares.

Resumo do vídeo

Quando as regras da empresa não estão por escrito, atrasos, saídas do posto de trabalho e uso excessivo do celular se repetem sob a desculpa de que o empregado não sabia. Um regulamento interno, um código de conduta ou uma política interna bem elaborados funcionam como manual da empresa, definem limites e dão base às medidas disciplinares.

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Ex-sócio responde por dívidas da empresa? Prazos e limites

A saída da sociedade não encerra todas as responsabilidades. Dívidas trabalhistas e fiscais ligadas ao período em que o sócio integrava a empresa podem gerar cobranças posteriores, cada uma com prazos e regras próprios.

Resumo do vídeo

O sócio que deixa a empresa não apaga o passado: dívidas fiscais e trabalhistas do período em que ele integrava a sociedade podem alcançá-lo depois da saída. O vídeo explica que há limites e prazos próprios, como na esfera trabalhista para o sócio retirante.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Apuração de haveres na saída de sócio: como funciona a dissolução parcial e Desconsideração da personalidade jurídica: aspectos práticos e prevenção

eSocial e LGPD: dados do empregado que a empresa não deve expor

Vários campos do eSocial são opcionais, como telefone, e-mail e endereço do empregado. O preenchimento além do necessário aumenta a exposição a riscos ligados à LGPD; a orientação é registrar o que é obrigatório e revisar os dados com atenção.

Resumo do vídeo

Muitos campos do eSocial são opcionais, como e-mail, telefone e endereço completo do empregado. O vídeo explica que, pela LGPD, a empresa deve coletar só os dados necessários e recomenda revisar com o contador o que é preenchido.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Sanções da LGPD: multas e penalidades por descumprimento da lei

Direito Previdenciário

Aposentadoria antes dos 30: por que o planejamento começa agora

A aposentadoria é decidida no futuro, mas construída a cada contribuição. Registros corretos, vínculos anotados e contribuições em dia evitam problemas na hora de pedir o benefício.

Resumo do vídeo

Para quem tem menos de 30 anos, a aposentadoria parece distante, mas cada contribuição, registro e período de trabalho conta. O vídeo explica que o planejamento previdenciário permite verificar se as contribuições estão corretas e evitar problemas na hora do pedido.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Requisitos para aposentadoria por idade e por tempo de contribuição depois da Reforma da Previdência

Aposentado que trabalha precisa contribuir para o INSS?

Sim. O aposentado que volta a exercer atividade remunerada é segurado obrigatório e continua contribuindo. Como empregado, porém, só tem direito ao salário-família e à reabilitação profissional.

Resumo do vídeo

O aposentado que continua trabalhando segue contribuindo ao INSS, mas essas contribuições não aumentam a aposentadoria já concedida. O vídeo explica o caráter social dessa contribuição e comenta a antiga discussão sobre a desaposentação.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Requisitos para aposentadoria por idade e por tempo de contribuição depois da Reforma da Previdência

Aposentado pode continuar trabalhando? Regras e exceções

Em regra, sim. O aposentado pode trabalhar e continua contribuindo ao INSS. Há exceções: quem recebe aposentadoria especial não pode seguir em atividade nociva, e o retorno de quem tem aposentadoria por incapacidade permanente leva ao cancelamento do benefício.

Resumo do vídeo

O aposentado pode continuar trabalhando normalmente, exceto o aposentado por invalidez. O vídeo explica que a rescisão segue as regras comuns e que o aposentado que trabalha pode sacar os depósitos do FGTS.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Aposentadoria especial por insalubridade depois da Reforma da Previdência

Aposentado com carteira assinada recebe auxílio-doença?

Não. A lei proíbe acumular aposentadoria com o auxílio por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, ainda que o aposentado trabalhe com carteira assinada. Nos primeiros 15 dias de afastamento, o salário é pago pela empresa.

Resumo do vídeo

A aposentadoria não pode ser acumulada com o auxílio-doença, hoje auxílio por incapacidade temporária, ainda que o aposentado trabalhe com carteira assinada. O vídeo explica que, no afastamento, os primeiros 15 dias são pagos pela empresa.

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MEI precisa pagar INSS? Como a contribuição conta para a aposentadoria

A contribuição do MEI ao INSS, de 5% do salário mínimo, já está incluída no DAS mensal e dá direito a benefícios como a aposentadoria por idade no valor de um salário mínimo. Para outras finalidades, como a contagem recíproca, é preciso complementar a contribuição em 15%.

Resumo do vídeo

O DAS pago mensalmente pelo MEI já inclui a contribuição à Previdência Social, que dá acesso a benefícios como a aposentadoria. O vídeo responde a quem acredita que, pagando apenas o DAS, não está contribuindo ao INSS.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Requisitos para aposentadoria por idade e por tempo de contribuição depois da Reforma da Previdência

Aposentadoria do autônomo: como contribuir sem carteira assinada

Quem trabalha por conta própria é contribuinte individual do INSS e precisa recolher as contribuições para contar o tempo. Períodos já trabalhados sem recolhimento podem, em certos casos, ser comprovados e indenizados.

Resumo do vídeo

Quem trabalhou por conta própria sem contribuir pode se aposentar, desde que comprove ao INSS os períodos trabalhados, por documentos e até por testemunhas, e faça o recolhimento retroativo. O vídeo alerta que esse recolhimento inclui juros, multa e correção monetária.

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Auxílio-doença ou auxílio-acidente: a diferença entre os benefícios

O auxílio por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, substitui a renda enquanto o segurado não pode trabalhar. O auxílio-acidente indeniza a redução permanente da capacidade de trabalho e pode ser recebido junto com o salário.

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O auxílio-doença, hoje auxílio por incapacidade temporária, é pago a quem está temporariamente incapaz para o trabalho; o auxílio-acidente, a quem ficou com sequela permanente que reduz a capacidade. O vídeo destaca a importância de laudos, exames e atestados atualizados no pedido.

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Auxílio-acidente: quem recebe pode continuar trabalhando?

Sim. O auxílio-acidente tem natureza indenizatória e pode ser recebido junto com o salário. Ele só não se acumula com aposentadoria.

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Quem recebe auxílio-acidente pode continuar trabalhando normalmente, porque o benefício tem natureza indenizatória e é pago junto com o salário. Ele pode ser recebido com outros benefícios, como o salário-maternidade e a pensão por morte, mas termina com a aposentadoria, com a qual não se acumula; o vídeo também o diferencia da aposentadoria por incapacidade permanente.

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Pensão por morte: quem são os dependentes com direito ao benefício

A lei organiza os dependentes em classes. Cônjuge, companheiro e filhos têm prioridade, e a existência de dependentes dessa classe exclui pais e irmãos, que ainda precisam comprovar dependência econômica.

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A pensão por morte segue classes de dependentes: cônjuge, companheiro e filhos na primeira, pais na segunda e irmãos na terceira. O vídeo explica que a existência de dependente da primeira classe afasta as seguintes, como no caso da mãe do segurado que deixou esposa.

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Pensão por morte: quem se casa de novo perde o benefício?

No INSS, não. O novo casamento ou a nova união não está entre as causas de cessação da pensão por morte no Regime Geral. Em regimes próprios de servidores, pode haver regra diferente.

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No Regime Geral do INSS, o novo casamento ou a nova união não encerra a pensão por morte. O vídeo ressalva que regimes próprios de servidores podem ter regra diferente, a ser conferida em cada caso.

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Seguro-desemprego com MEI aberto: é possível receber?

É possível. Quem é dispensado sem justa causa e tem MEI aberto pode receber o seguro-desemprego, desde que comprove que a renda do MEI não é suficiente para o próprio sustento e o da família.

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Quem tem MEI aberto e é dispensado sem justa causa pode receber o seguro-desemprego, desde que comprove que a renda do MEI não é suficiente para o próprio sustento. O vídeo explica que o pedido costuma ser negado de início quando há MEI ativo e que a comprovação é o caminho.

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Servidor público pode ser MEI? Depende do regime

Depende das regras do regime do servidor. O servidor público federal, por exemplo, não pode exercer o comércio nem administrar empresa, o que, em regra, impede a abertura de MEI; estados e municípios têm estatutos próprios.

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O vídeo explica que a possibilidade de o servidor público abrir MEI depende da legislação do regime a que ele está vinculado e aponta cuidados como a dedicação exclusiva, a compatibilidade de horários e o conflito de interesse com o cargo.

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Família e sucessões

Divórcio: caminhos possíveis com ou sem acordo entre o casal

O divórcio não depende de prazo nem da concordância do outro cônjuge. Com acordo, pode ser feito em cartório, por escritura pública, nas hipóteses legais; sem acordo, o pedido é feito na Justiça.

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É possível se divorciar sem o consentimento do outro cônjuge, por meio do divórcio litigioso, decidido pela Justiça. Quando há acordo entre o casal, o divórcio tende a ser mais rápido e, nas hipóteses legais, pode ser feito diretamente em cartório, por escritura pública.

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Pensão alimentícia acaba aos 18 anos? O que diz a Justiça

Não automaticamente. A maioridade não encerra a pensão por si só: enquanto houver necessidade, como no caso do filho que estuda ou não tem condições de se sustentar, a obrigação pode continuar, e o cancelamento depende de decisão judicial.

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A pensão alimentícia não termina automaticamente aos 18 anos: ela continua enquanto houver necessidade. O vídeo explica que o fim da obrigação depende de ação de exoneração e que a pensão pode continuar quando o filho tem condição que o impede de trabalhar.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Como é definido o valor da pensão alimentícia: critérios, cálculo e revisão

Planejamento sucessório: como organizar a herança e evitar brigas

Testamento, organização de documentos sobre bens e dívidas e diálogo com a família são ferramentas para reduzir conflitos na sucessão. A escolha entre inventário judicial e em cartório depende do caso.

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O planejamento é a melhor forma de evitar brigas na sucessão: um testamento detalhado, que respeite a legítima, reduz as disputas. Sem testamento, a divisão segue a lei, e o vídeo recomenda organizar os documentos sobre bens e dívidas e conversar com a família.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Herdeiros necessários: quem são e quais direitos a lei garante

Doação de bens em vida: como planejar a sucessão sem conflitos

A doação em vida pode organizar a sucessão e evitar disputas, mas tem limites: a doação a filhos, em regra, é adiantamento da herança, e não se pode doar a parte reservada aos herdeiros necessários nem todos os bens sem reserva para o próprio sustento.

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A doação em vida é uma forma de antecipar a transmissão de bens aos filhos, com cuidados como as cláusulas de impenhorabilidade e de reversão. O vídeo recomenda orientação jurídica para respeitar a parte de cada herdeiro.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Herdeiros necessários: quem são e quais direitos a lei garante e O que é usufruto e como ele se aplica no direito sucessório

Herança e dívidas: os herdeiros pagam as dívidas do falecido?

Em regra, não com o próprio patrimônio. As dívidas do falecido são pagas com os bens que ele deixou, e os herdeiros não respondem além do valor da herança.

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Os herdeiros não herdam as dívidas do falecido: elas são pagas com os bens do espólio antes da partilha. O vídeo explica que a herança pode diminuir por causa das dívidas, mas que os herdeiros não completam a diferença com o próprio patrimônio quando a dívida supera os bens.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Inventário extrajudicial em cartório: requisitos e passo a passo e Partilha de bens sem testamento: quem herda, como se divide e o papel do advogado

Direito do Consumidor e bancário

Conta essencial: o pacote de serviços bancários sem tarifa

Os bancos devem oferecer serviços essenciais sem cobrança de tarifa, como movimentações básicas, extratos e cartão de débito, conforme a regulamentação do Conselho Monetário Nacional. Conhecer esse direito evita cobranças indevidas.

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Os bancos devem oferecer às pessoas físicas um pacote de serviços essenciais sem tarifa, com cartão de débito, extratos e movimentações básicas, conforme a regulamentação bancária. O vídeo orienta procurar ajuda profissional em caso de cobrança indevida.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Cobrança indevida: o que fazer, como contestar e quando cabe devolução em dobro

Redução de juros abusivos: cuidado com promessas fáceis

Ofertas que prometem reduzir dívidas ou juros de forma rápida e garantida merecem desconfiança. Antes de pagar por soluções milagrosas, é preciso entender os próprios direitos e analisar o contrato.

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O vídeo alerta para empresas que prometem reduzir juros pela metade de forma fácil, cobram adiantado e não entregam o resultado. A revisão de juros pode exigir negociação com o banco ou ação judicial, sem garantia de resultado.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Busca e apreensão de veículo financiado: prazos, pagamento da dívida e defesa

Perda total do carro financiado: o que acontece com a dívida

A perda total não extingue o financiamento. Havendo seguro, a indenização costuma ser destinada primeiro à quitação do saldo devedor com o banco, e o eventual excedente fica com o segurado; sem seguro, a dívida continua.

Resumo do vídeo

A perda total do veículo financiado não extingue a dívida, porque o banco emprestou o dinheiro e o carro era apenas a garantia. O vídeo explica que o seguro pode quitar o saldo devedor e que, se a indenização não bastar, pode haver valores pendentes.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Busca e apreensão de veículo financiado: prazos, pagamento da dívida e defesa

Plano de saúde deve cobrir cirurgia plástica reparadora?

A lei exclui da cobertura obrigatória os procedimentos com finalidade estética, mas nem toda cirurgia plástica é estética. Quando o procedimento tem caráter reparador ou funcional e é indicado pelo médico, a recusa do plano pode ser questionada.

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O plano de saúde não é obrigado a cobrir cirurgia com finalidade exclusivamente estética, mas a cirurgia plástica reparadora, com indicação médica, pode ter cobertura. O vídeo cita decisões judiciais favoráveis e os casos de correção de sequelas de doenças ou acidentes.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Plano de saúde negou cobertura: o que diz a lei e o rol da ANS

Desistência de consórcio: como funciona a devolução dos valores

Quem deixa o consórcio tem direito à restituição do que pagou ao fundo comum, na forma da Lei nº 11.795/2008. Cláusulas abusivas sobre descontos e prazos podem ser questionadas.

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O vídeo trata de quem cancela o consórcio e espera a devolução dos valores pagos e lembra que há decisões judiciais que reconheceram, em casos concretos, o direito à devolução imediata.

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Consórcio encerrado: valores que o consorciado pode ter a receber

Com o encerramento do grupo, a administradora deve apurar e restituir os valores devidos aos participantes, como os do consorciado excluído e os saldos remanescentes, nos termos da Lei nº 11.795/2008 e do contrato.

Resumo do vídeo

O vídeo trata da devolução dos valores pagos pelo consorciado que desiste do consórcio, com correção monetária e juros, e da possibilidade de levar a questão à Justiça quando a administradora se recusa a restituir.

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Golpes e crimes digitais

Golpe do Pix: o que fazer logo depois da fraude

Depois de um golpe digital, a rapidez faz diferença: comunique o banco imediatamente, registre o boletim de ocorrência e guarde comprovantes, conversas e prints. No Pix, o banco pode acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED).

Resumo do vídeo

Depois de um golpe do Pix, as primeiras horas contam. O vídeo orienta a contatar o banco imediatamente, que pode acionar o Mecanismo Especial de Devolução, registrar boletim de ocorrência, reunir provas e guardar os protocolos de atendimento.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Crime cibernético: o que é, principais modalidades e como denunciar

Golpe do consórcio contemplado: como reconhecer a fraude

No consórcio, a contemplação ocorre por sorteio ou por lance, conforme as regras do grupo. Ofertas de liberação imediata ou de "carta contemplada garantida", com pressa para fechar, costumam esconder fraude.

Resumo do vídeo

O vídeo aponta sinais do golpe do consórcio contemplado: promessa de contemplação imediata, pressa para fechar o negócio e alegação de esquema com a administradora para garantir a carta.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Crime cibernético: o que é, principais modalidades e como denunciar

Polícia ou advogado? A quem recorrer depois de um crime ou golpe

Os dois trabalhos se complementam: a polícia investiga o crime, e o advogado atua para proteger os direitos da vítima e buscar a reparação dos prejuízos, inclusive na esfera cível.

Resumo do vídeo

Diante de um crime ou de um golpe, a polícia deve ser acionada, mas o advogado continua importante. O vídeo explica que ele orienta antes do boletim de ocorrência, ajuda a reunir provas e atua para recuperar o prejuízo, inclusive na esfera cível.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Crime cibernético: o que é, principais modalidades e como denunciar

Contratos e prova de acordos

Acordo por mensagem no WhatsApp tem validade jurídica?

Sim. Em regra, a lei não exige forma especial para os acordos, e conversas por mensagem podem servir como prova do que foi combinado. Por isso, convém tratar o combinado digital com a mesma atenção de um contrato.

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Acordos feitos por WhatsApp, por e-mail ou com assinatura eletrônica têm validade jurídica, e os tribunais aceitam essas conversas como prova. O vídeo alerta que, no meio digital, é possível assumir obrigações sem perceber.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Requisitos para a validade de um contrato: o que a lei exige e quando ele é nulo

Acordo verbal tem valor? Por que formalizar o "fio do bigode"

Sim. Em muitos casos, o acordo verbal tem valor jurídico. O problema aparece no descumprimento, quando falta prova do que foi combinado. Por isso, negociações e prestações de serviço devem ser registradas por escrito.

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O acordo verbal tem validade jurídica, assim como o compromisso assumido por WhatsApp ou por telefone. O vídeo recomenda cuidado antes de assumir obrigações, porque uma palavra mal colocada pode gerar um compromisso difícil de cumprir.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Requisitos para a validade de um contrato: o que a lei exige e quando ele é nulo

Como provar uma dívida sem contrato assinado

Comprovantes de transferência, conversas, recibos, notas promissórias e outros registros da negociação podem demonstrar a existência da dívida. Com prova escrita sem força de título executivo, o credor pode usar a ação monitória.

Resumo do vídeo

Quem cobra uma dívida precisa provar que ela existe, e o contrato assinado é só uma das provas possíveis. O vídeo cita conversas por WhatsApp, boletos, comprovantes, notas e testemunhas, e sugere ao credor um termo de confissão de dívida.

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Direito Imobiliário

Devolução do imóvel alugado: desgaste natural ou dano?

Na devolução, o desgaste natural pelo uso normal não é responsabilidade do inquilino. Danos além do uso normal devem ser reparados por ele, conforme a Lei do Inquilinato e a vistoria de entrada.

Resumo do vídeo

Pela Lei do Inquilinato, o inquilino deve devolver o imóvel no estado em que o recebeu, salvo o desgaste natural. O vídeo explica que danos causados pelo uso, como furos e manchas, cabem ao inquilino, e que problemas estruturais, como infiltrações e rachaduras, são do proprietário.

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Preciso pintar a casa alugada na entrega das chaves?

Depende do contrato e do estado em que o imóvel foi recebido. O inquilino deve devolver o imóvel no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do uso normal; a vistoria de entrada é a principal referência.

Resumo do vídeo

A obrigação de pintar o imóvel alugado na entrega das chaves depende do contrato. O vídeo explica que, sem cláusula, o inquilino não é obrigado a pintar quando o desgaste é natural, e que a cobrança indevida pode ser contestada.

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Agronegócio

CAR desatualizado: por que o produtor rural deve revisar o cadastro

Muitos produtores fizeram o Cadastro Ambiental Rural há anos e nunca revisaram as informações. Dados desatualizados ou inconsistentes podem gerar pendências e dificuldades futuras, inclusive no acesso ao crédito rural.

Resumo do vídeo

Todo imóvel rural precisa estar inscrito no Cadastro Ambiental Rural, o CAR, com informações corretas e compatíveis com a situação da propriedade. O vídeo alerta que o cadastro feito uma única vez, ou preenchido com erro, pode gerar bloqueios e afetar o crédito rural, o licenciamento e as fiscalizações.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Principais leis ambientais vigentes no Brasil: o que cada uma regula

Direito no dia a dia

Advocacia preventiva: por que cortar caminho pode sair caro

Etapas formais existem por um motivo. Na empresa, nos negócios e na vida pessoal, pontos soltos que passam despercebidos hoje costumam virar conflitos depois.

Resumo do vídeo

Com a comparação da faixa de pedestre, o vídeo mostra que pequenas decisões, como manter funcionário sem registro ou não comunicar um acidente, podem virar grandes problemas. O advogado atua como orientador, para indicar o momento certo de avançar e evitar conflitos.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Escritório de advocacia em Londrina: como atua

Quanto custa um processo? Custos, riscos e análise de viabilidade

Antes de pensar no custo de um processo, é preciso avaliar se existe um direito a ser defendido, quais são os riscos e o que pode ser discutido ao final. A análise de viabilidade orienta essa decisão.

Resumo do vídeo

O custo de um processo não tem preço padrão: depende das particularidades de cada caso, como o custo de uma obra depende do projeto. O vídeo recomenda a análise prévia por um profissional do Direito, que indica se a ação é necessária ou se uma solução extrajudicial evita despesas.

Assistir no YouTube Artigo relacionado: Escritório de advocacia em Londrina: como atua

Dupla cidadania: verifique antes de estudar ou trabalhar no exterior

Antes de planejar estudo ou trabalho no exterior, vale verificar se você tem direito à cidadania do país de destino. Muitas pessoas têm esse direito por descendência e não sabem, o que pode reduzir a burocracia de entrada e de permanência.

Resumo do vídeo

Antes de viajar ao exterior para trabalhar ou estudar, vale verificar se você tem direito à cidadania do país de destino, o que facilita a chegada, pode dispensar vistos e assegura os mesmos direitos de um cidadão nacional. O vídeo recomenda buscar orientação profissional para confirmar se você preenche os requisitos para a dupla cidadania.

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