direito empresarial

Hulbert & Pozzobom

Como atuamos

Atuamos como parceiros estratégicos de empresas de todos os portes, oferecendo assessoria jurídica preventiva e contenciosa para garantir maior segurança nas relações empresariais e reduzir riscos legais. Nosso trabalho envolve o acompanhamento contínuo da rotina da empresa, auxiliando na tomada de decisões, na elaboração e revisão de contratos, na organização das relações com clientes, fornecedores, colaboradores e parceiros comerciais, além da defesa em processos judiciais e administrativos.

Acreditamos que a prevenção é a melhor forma de proteger o patrimônio e a continuidade do negócio. Por isso, analisamos cada situação de forma personalizada, identificamos riscos, propomos soluções jurídicas eficientes e atuamos sempre alinhados aos objetivos estratégicos da empresa.

Situações que atendemos

Disponibilizamos uma equipe altamente capacitada e preparada para enfrentar os mais diversos desafios do Direito Empresarial, sempre com compromisso, excelência e dedicação.

Assessoria jurídica empresarial

Acompanhamento contínuo da empresa, oferecendo suporte jurídico para decisões estratégicas e operações do dia a dia.

Contratos empresariais

Elaboração, revisão, negociação e análise de contratos entre empresas (B2B), fornecedores, parceiros, prestadores de serviços e clientes.

Defesa em demandas cíveis, consumeristas e trabalhistas

Representação da empresa em ações judiciais e administrativas, buscando a melhor estratégia de defesa.

Consultoria preventiva

Análise de procedimentos internos para reduzir riscos jurídicos e evitar passivos futuros.

Recuperação de crédito

Cobrança judicial e extrajudicial de clientes inadimplentes, buscando recuperar valores de forma eficiente.

Cobranças e execuções

Execução de contratos, títulos de crédito, cheques, notas promissórias, duplicatas e demais obrigações não cumpridas.

Desconsideração da personalidade jurídica

Atuação preventiva e defesa dos sócios em incidentes que possam atingir o patrimônio pessoal.

Compliance empresarial

Implementação e revisão de políticas internas, códigos de conduta e boas práticas para fortalecimento da governança corporativa.

Revisão de contratos e gestão de riscos

Análise de cláusulas contratuais para reduzir responsabilidades e proteger os interesses da empresa.

Relações com fornecedores e parceiros

Assessoria jurídica em negociações, contratos e resolução de conflitos comerciais.

Defesa do empresário e dos sócios

Representação em demandas que envolvam responsabilidade civil, patrimonial e obrigações empresariais.

Conflitos societários

Atuação em disputas entre sócios, interpretação de contratos sociais, retirada de sócios, dissolução parcial e resolução de conflitos internos.

Estruturação jurídica de negócios

Orientação para abertura, reorganização e expansão de empresas, com foco em segurança jurídica e eficiência operacional.

Notificações extrajudiciais e negociações

Elaboração de notificações, condução de negociações e busca de soluções consensuais antes da judicialização.

Análise de riscos jurídicos

Avaliação preventiva de contratos, operações e práticas empresariais para identificar vulnerabilidades e propor medidas corretivas.

Por que contratar um advogado especializado em Direito Empresarial

No ambiente empresarial, decisões jurídicas impactam diretamente a saúde financeira, a reputação e o crescimento da empresa. Uma assessoria especializada permite prevenir conflitos, reduzir custos com processos, proteger o patrimônio dos sócios e garantir maior segurança nas operações do negócio.

Mais do que atuar quando um problema surge, o advogado empresarial trabalha de forma estratégica para evitar litígios, estruturar relações comerciais sólidas e proporcionar tranquilidade para que o empresário possa focar no crescimento da empresa.

Prevenção de riscos

Identificação de vulnerabilidades jurídicas antes que se transformem em processos ou prejuízos financeiros.

Contratos personalizados

Elaboração e revisão de contratos adequados às necessidades da empresa, reduzindo conflitos e aumentando a segurança jurídica.

Assessoria estratégica

Suporte contínuo para decisões empresariais, negociações e expansão do negócio.

Redução de passivos

Orientação preventiva para minimizar riscos trabalhistas, consumeristas, contratuais e societários.

Defesa técnica especializada

Representação da empresa e de seus sócios em processos judiciais e administrativos, com estratégias voltadas à proteção dos interesses do negócio.

Recuperação de créditos

Atuação eficiente para cobrança de clientes inadimplentes e preservação do fluxo de caixa da empresa.

Segurança nas relações comerciais

Acompanhamento jurídico das relações com clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores, fortalecendo a estabilidade do negócio.

Atendimento personalizado

Cada empresa possui necessidades específicas. Por isso, desenvolvemos soluções jurídicas sob medida, alinhadas ao porte, segmento e objetivos de cada cliente.

Conheça os profissionais responsáveis

A área empresarial é conduzida pelo Dr. Herik Hulbert de Almeida, Dra. Geni Romero Jandre Pozzobom e também pela Dra. Raquel Jandre Pozzobom, especialistas em Direito Empresarial, com atuação na elaboração e revisão de contratos e na defesa de interesses de empresas.

Unem a técnica jurídica à visão prática do ambiente de negócios, orientando empresas na organização de suas relações e na prevenção de riscos que possam se transformar em passivos. O atendimento direto com os advogados responsáveis permite decisões mais seguras e alinhadas aos objetivos do empreendimento.

OAB/PR 103.367 - OAB/SP 536.250

Herik Hulbert de Almeida

Advogado, Data Protection Officer (DPO) e consultor em Privacidade e Proteção de Dados, com sólida experiência na advocacia preventiva e contenciosa em diversas áreas, incluindo Direito do Trabalho, Direito Previdenciário, Direito Civil, Direito do Consumidor, Direito de Família e Sucessões, Contratos, e Compliance. Também atua como gestor e elaborador de planos de implementação e adequação às normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Veja mais
OAB/PR 16.933

Geni Romero Jandre Pozzobom

Advogada com mais de 30 anos de experiência no mercado, principalmente na área jurídica e na prática jurídica, bem como na liderança de equipe e decisões estratégicas.

Veja mais
OAB/PR 108.847

Raquel Jandre Pozzobom

Especialista em Direito Agrário e do Agronegócio, Direito Civil e Empresarial, e Direito Processual Civil, a Dra. Raquel Jandre Pozzobom atua com excelência tanto no contencioso judicial quanto extrajudicial. Possui ampla experiência na defesa de interesses de consumidores e empresas, com sólida atuação na elaboração e revisão de contratos, além de profundo conhecimento nas relações cíveis e comerciais.

Veja mais

FAQ

Perguntas frequentes

O prazo de defesa começa a correr com a citação, e sua perda gera revelia, com presunção de veracidade dos fatos narrados na inicial. Por isso, a primeira providência é identificar a data da citação, o juízo competente, o rito adotado e eventual audiência já designada.

Em seguida, reúne-se a documentação relacionada aos fatos discutidos: contratos, notas fiscais, comprovantes de entrega, trocas de mensagens e e-mails, registros internos e comunicações com a parte contrária. Em demandas trabalhistas, acrescentam-se controles de jornada, contracheques e documentos do vínculo.

A definição da estratégia considera cada pedido separadamente, porque nem todos apresentam o mesmo risco. Há pontos com prova documental favorável, outros que dependem de prova testemunhal e alguns em que a conciliação tende a ser mais eficiente do que a discussão prolongada. Concluída a defesa, é comum revisar procedimentos internos para reduzir a repetição do mesmo tipo de demanda, o que integra a atuação preventiva.

Assessoria preventiva é o acompanhamento jurídico contínuo da rotina da empresa, voltado a evitar que problemas se transformem em processos. Diferencia-se do atendimento pontual porque atua antes do conflito, e não em resposta a ele.

Na prática, abrange elaboração e revisão de contratos com clientes, fornecedores e prestadores, análise das relações com empregados e terceirizados, estruturação societária, políticas internas, adequação em proteção de dados, orientação em negociações e avaliação de riscos em operações relevantes, como aquisição de ativos ou ingresso de novo sócio.

O formato varia conforme o porte e o volume de demandas: acompanhamento mensal contínuo, contratação por projeto específico ou consultas pontuais. Empresas de qualquer tamanho podem adotar esse modelo, inclusive microempresas e empresários individuais. O parâmetro habitual de avaliação é comparativo: o custo de estruturar contratos e procedimentos costuma ser inferior ao de discutir judicialmente as consequências da ausência deles. Um efeito frequentemente observado é a redução do tempo de resposta em situações urgentes, já que o profissional que acompanha a empresa conhece previamente seus contratos, sua estrutura e seu histórico.

A regra no ordenamento brasileiro é a separação entre o patrimônio da sociedade e o dos sócios. Essa separação, contudo, pode ser afastada pela desconsideração da personalidade jurídica, quando se demonstra abuso caracterizado por desvio de finalidade ou confusão patrimonial. Em determinadas áreas, como a trabalhista e a consumerista, os requisitos aplicados costumam ser menos rigorosos.

A proteção começa por práticas cotidianas: manter contabilidade regular, separar contas bancárias, formalizar retiradas de pró-labore e distribuição de lucros, evitar pagamento de despesas pessoais pela empresa e documentar as operações entre sócio e sociedade.

Complementam esse conjunto a escolha adequada do tipo societário, a definição clara de responsabilidades no contrato social, o acordo de sócios e, conforme o caso, a segregação de ativos em estrutura própria. Nenhuma dessas medidas produz blindagem absoluta, e estruturas montadas depois do surgimento da dívida tendem a ser questionadas judicialmente como tentativa de frustrar credores. A revisão periódica dessas práticas costuma ser mais eficaz que soluções isoladas, sobretudo em empresas familiares, nas quais a mistura entre despesas pessoais e da atividade é mais comum.

A escolha do caminho depende do documento que embasa o crédito. Títulos como duplicatas, cheques, notas promissórias e contratos assinados por duas testemunhas são títulos executivos extrajudiciais e permitem execução direta, com penhora de bens sem necessidade de prévia fase de conhecimento.

Sem título executivo, a cobrança segue por ação monitória, quando há prova escrita da dívida sem força executiva, ou por ação de cobrança, quando é preciso demonstrar a relação e o valor devido. Antes disso, medidas extrajudiciais frequentemente resolvem o caso: notificação formal, protesto do título em cartório e inscrição em cadastros de inadimplentes.

O protesto costuma ter eficácia prática elevada, por restringir crédito do devedor, e ainda interrompe a prescrição. Também é relevante observar os prazos prescricionais aplicáveis a cada tipo de título e o custo-benefício da medida, já que créditos de valor reduzido podem tornar a execução antieconômica, o que reforça a importância de exigir garantias no momento da contratação.

Contratos empresariais recebem tratamento distinto dos contratos de consumo, com maior espaço para a autonomia das partes, inclusive quanto à alocação de riscos. Isso torna a redação mais determinante, já que dificilmente se poderá alegar posteriormente desequilíbrio para afastar cláusula livremente pactuada.

Merecem atenção a delimitação precisa do objeto e dos entregáveis, prazos e critérios de aceite, forma e condições de pagamento, índice de reajuste, limitação de responsabilidade, hipóteses de rescisão e suas consequências, multas, confidencialidade, propriedade intelectual, tratamento de dados pessoais e definição do foro ou de cláusula arbitral.

Também é relevante verificar a regularidade da contraparte antes da assinatura, com certidões e conferência dos poderes de quem assina, ponto frequentemente negligenciado e que pode comprometer a validade do instrumento. A inclusão de duas testemunhas confere força executiva ao contrato, o que abrevia substancialmente a cobrança em caso de descumprimento. Contratos de longa duração merecem, ainda, previsão sobre revisão de preços e sobre eventos extraordinários que alterem substancialmente as condições originalmente pactuadas entre as partes.

A redução do passivo depende menos da defesa em juízo e mais da organização das rotinas que originam as demandas. As causas mais frequentes de condenação são falhas no controle de jornada, pagamento de verbas fora do holerite, ausência ou irregularidade no fornecimento de equipamentos de proteção, enquadramento incorreto de funções e formalização deficiente de desligamentos.

Medidas preventivas incluem manter registro de ponto fidedigno, formalizar acordos de compensação, documentar entrega de equipamentos com recibo, revisar contratos e descrições de cargo, estruturar políticas internas e canal de denúncias e conduzir rescisões com conferência prévia dos valores.

A terceirização e a contratação de prestadores exigem cuidado adicional, pois a ausência de fiscalização documentada pode gerar responsabilização subsidiária. Também é útil analisar as ações já recebidas para identificar padrões repetidos, prática que costuma revelar a origem sistêmica do problema. Essas frentes se conectam à página de Direito do Trabalho. Acordos coletivos e convenções aplicáveis à categoria também devem ser observados, já que estabelecem obrigações específicas que variam por setor e por região e frequentemente passam despercebidas.